
Eco. - Tempo distante-
Certa vez quando já não podia pregar os olhos numa plena madrugada após meus neuronios me sobrecarregarem com informações... Escrevi. Vivi.
Daniel Liu
Estava em uma sala de pedras negras, com mesas e cadeiras de madeira de carvalho bem trabalhados. Nas 5 cadeiras, estavam 5 reis elficos discutian diversos assuntos. E com precisão de detalhes o rei da casa maior do norte, como líder, herdado por gêrações ouvia mais que argumentava , o Rei do leste estava expondo que tivera uma visão de um futuro onde os elfos não mais existiam, nem os ogros, nem os anões.
E que a terra era dominada pela raça humana, que multiplicava-se cada vez mais e mais rápido, na mesma velocidade com que destruiam o mundo.
O rei do Norte, ouviu os detalhes atentamente de seu assento enquanto o rei do leste expunha tudo o quanto vira. Ao final de sua dissertação levantou-se e disse:
"Estás ciente de que a prática de previsão do futuro é uma prática banida não é? Que todos os reis que utilizaram de seus métodos foram levados à ruína e a destruição. Nada do futuro puderam mudar, mas de fato sofreram mais perdas do que haviam previsto em suas previsões e viram antecipadamente, seu próprio sofrimento."
Olhou para o sol na enorme janela aberta entre as pedras :" Se os elfos algum dia desaparecerem deste mundo. É porquê devem desaparecer. Será pois que devam desaparecer deste mundo? Pêla própria vontade ou não, mas nehum elfo jamais desaparecerá por inteiro de sua própria existência, nada haverá a troco de sua ínfima
existência, sem que haja um motivo. Ou simplesmente o tempo dos Elfos influenciarem este mundo... Deva terminar um dia"
O rei do leste Irritou-se prontamente e levantou-se, apontando o dedo para o rei no Norte disse: "Vais ignorar este fato ? O desaparecimento da nossa espécie pelo fato da ascenção de outra espécie imunda que se reproduz como ratazanas pelo mundo que lutamos para proteger? Ver tudo ser destruído em meros 300 anos de ascênção!?"
"Conseguirá dormir em paz sabendo que seu sangue real desaparecerá? Quê Ignorância é essa, como rei dos povos e das casas de grandes senhores do Norte deixará perecer sua própria carne e sangue..."
O rei do Norte com olhos de fúria olhou friamente o rei do Leste: " Sempre expusemos situações nesta tribuna igualitariamente para que discutamos as melhores formas de se resolverem diversas situações. Porém o que eu vejo agora é um rei com medo de sua própria sombra. Nada neste mundo é deixado por uma razão. O futuro não nos cabe. O presente é o que nos atenta. O passado, este já não nos é cabido mais para se viver. Porém foi nos presenteado nesta existência para que possamos nos guiar por ele, e não pelo futuro! "
Friamente o rei do norte olhou seu companheiro e proferiu palavras mais gélidas que uma afiada espada para ele mesmo:" Pela primeira vez nesta tribuna, palavras de um humano entraram neste lugar".
O rei do Centro-Oeste, conhecido pela sua cicatris vertical em um dos olhos, ainda sentado profere: "Acalme-se senhor Nordenho. Não vêdes que o nível de clarividência herdado pela Eminencia do Leste é um dos maiores encontrados em sua linhagem. E que mesmo após anos e anos deixando de lado este don de SOFRIMENTO, esta parte sombria agora acordou novamente dentro
dele para lhe atormentar ?Que culpa tem ele de ter visto o pior num futuro longincuo de nós mesmos?"
"Tolos." Disse o rei do leste. Virou-se de costas aos reis. Fato que fez com que todos os reis enraivessesem. Um clima escuro perpetuou-se pela sala e antes de sair disse ainda:
"Não ficarei sentado nesta tribuna paralizado como um carvalho velho, antigo e antiquado. Pois no futuro, o novo vêm sempre a galope como um estouro de centauros e destroçam tudo por onde passam"
"Rumarei ao leste novamente, até Rumanova. Lá obterei o que preciso para mostrar como a decisão dos anciãos de abolirem a clarividência foi um engano total".
"Rumanova? A terra dos magos?" Disse o rei do Oeste. "O que fará lá que nos fará ver o contrário?"
"Vocês vêrão." E saiu pelo enorme portal de madeira.
Após sua saída, o rei do Oeste proferiu :" Ouvi rumores Nordenho. Que um membro meio sangue da casa Talguen arranhou o vácuo do tempo ao usar o don de óraculo."
Abismado o rei do Norte virou-se a ele :" Isso significa que... ele alterou significamente a sua própria visão?"
"Sim alterou-se o futuro significamente. Diferente de todos os outros clarividentes que assistiam o futuro acontecer sem que nada pudessem fazer.
Seu 'eco' reside em édrin agora, a terra colonizada pelos Talguen 400 anos atrás, que fora abandonada".
O rei do Norte sentou-se novamente: "Ouvi falar dele. Dizem que foi ele que Derrotou Ormuz Mazda em combate. O Soberano nos Elfos Negros."
"Sim o neto dos Talguen que protegiam a Relíquia da Separação..." Concluiu o Rei do Suldoeste.
"Mas o que o fez arranhar o vacuo do tempo?" Perguntou o rei do Norte.
"Não sabemos. Pode ser isto que o Rei do Leste procura. Em seus últimos anos de vida, soube ficou amigo de um certo mago humano ... que manipulava os trovões"
"Gauss o trovão dos campos!! "Disse o rei do Norte lembrando-se. "Companheiro meu em batalha nos anos dourados da minha vida, enquanto ainda lutava nos fronts exigido pelo meu pai. Nunca mais o vi após aqueles tempos..."
"Pode não ser ele" Disse o rei do centro- Oeste.
"Mas a final. O que aconteceu com a casa dos Talguen?" Perguntou o rei do Norte.
"Não tem como sabermos... Era uma casa respectiva ao rei do Leste. Inclusive, pode ser que o próprio Rei do Leste tenha herdado diretamente de alguma forma a clarividência deles conforme a linhagem sanguínea, mas manteve o sobrenome maior, para que pudesse ser digno de herdar a casa do Rei do Leste um dia."
Proferiu o rei no Centro- Oeste.
"Proponho aos senhores que formemos uma pericia histórica, levando em consideração o parecer do Rei do Leste... precisamos saber o que aconteceu. Se o vácuo do tempo foi arranhado por alguém, significa que a 'verdade incondiscional' do futuro pode ser comprometida, e que nós de fato podemos já fazer parte deste destino ou o mesmo já fora alterado ." Disse o rei do Norte. " Convoquem Ahura a única descendente de Ormuz Mazda que se rendeu e reconscilhiou-se com a união".
"... podemos realmente ser vítimas de uma calamidade, e não do fluxo natural da vida e da história. Convoquem também Gauss, possivelmente ele deve saber mais do que nós mesmos imaginamos...
Mandem um emissário até Vorticella. Sabemos que o neto dos Talguem tem sangue real Vermangóes, precisamos saber o que eles sabem. Isto fica a serviço de contato além de suas fronteiras Rei Sudeste. Conto com vossa compreenção.
Sei que não obtiveremos sucesso, más mandem até Ágras um emissário. A cidade de Átala foi a primeira conquista do pequeno meio humano. Apesar de já terem se passado 100 anos após ele ter se tornado esse 'eco' descrito nos relatórios.
Isto deixarei por minha própria conta, Em relação a Ahura conto com vossa providência rei do Oeste, a casa Mazda encontra-se em obediência ao seu comando".
"E quanto ao Rei do Leste?" Perguntou-lhe o rei do Oeste. "Aguardaremos seu retorno, apesar de suas palavras árduas, levarei em consideração ao que o Rei do Sudoeste dissera...
Ele segue fantasmas, sombras de um don amaldiçoado. Devemos ter paciência por hora. Caso demore de responder, mandaremos um grupo de uma das minhas casas de cavaleiros leais a mim, até eles para saber notícias. Mas não chega a este ponto. Tudo o que oi pedido demorará um tempo. Solicito envio imediato das providências ."
Ao final, outras palavras foram proferidas. Nada mais foi discutido. Cada Rei saíu pela mesma porta que entraram, e cada um deles seguiu direto para executarem as tarefas descritas pelo rei. E muito pouco tempo passou até se ter realmente noticias sobre algo relevante e em segredo, um guerreiro a comando do rei do Oeste, foi enviado solitariamente até édrin. Para visitar um Ser criado pelas emoções e angustias enrustida de um poder extremo de clarividência, conhecido anteriormente como óraculo. Reconhecido pelo mundo mágico como um ser sem consciencia e guiado somente pleos seus desejos não cumpridos pelo espírito, denominado, 'Eco'."
Mas não era isso que ele encontraria lá.